PPGSC / FMUSP MEMÓRIA INSTITUCIONAL · 1965–2023
UMA TRAJETÓRIA EM MOVIMENTO

A história
em perspectiva.

50 ANOS DO PROGRAMA · 1973–2023

Da Medicina Preventiva à Saúde Coletiva, uma história feita de pessoas, pesquisas, disputas e transformações na formação acadêmica.

Explore os marcos do Programa e conheça as coordenações que participaram de sua trajetória.

01 / CRONOLOGIA 27 MARCOS SELECIONADOS

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  1. 01 / ORIGENS 1965

    O Departamento de Medicina Preventiva

    Em 9 de abril, a USP aprova a criação do Departamento de Higiene e Medicina Preventiva da FMUSP, antecedente da pós-graduação.

    9 de abril de 1965
  2. 02 / CÁTEDRA 1967

    Guilherme Rodrigues da Silva

    Indicado por unanimidade para a cátedra de Higiene e Medicina Preventiva, Guilherme Rodrigues da Silva teria papel central na concepção do futuro curso.

    10–15 de abril de 1967
  3. 03 / PROPOSTA 1971

    A pós-graduação é concebida

    A proposta do curso combina Epidemiologia e Ciências Sociais aplicadas e prevê Mestrado e Doutorado inicialmente voltados à formação médica.

    Proposição à USP · agosto de 1971
  4. 04 / APROVAÇÃO 1972

    O curso ganha existência institucional

    A USP aprova o curso em junho. Inicia-se a primeira gestão, sob Guilherme Rodrigues da Silva, que permaneceria na coordenação até agosto de 1978.

    Coordenação Guilherme Rodrigues da Silva
    12/06/1972–24/08/1978
  5. 05 / PRIMEIRA TURMA 1973

    O início das atividades acadêmicas

    Em março, ingressa a primeira turma. O Programa passa a formar pesquisadores em Medicina Preventiva, em diálogo com a Epidemiologia e as Ciências Sociais.

    Coordenação Guilherme Rodrigues da Silva
    Início das aulas · março de 1973
  6. 06 / GESTÃO 1978

    Maria Cecília Ferro Donnangelo

    A socióloga e pesquisadora assume a coordenação, após integrar a constituição intelectual das Ciências Sociais aplicadas à saúde no Departamento.

    Coordenação Maria Cecília Ferro Donnangelo
    25/08/1978–15/03/1983
  7. 07 / AVALIAÇÃO 1981–82

    Reconhecimento e formação em Medicina Social

    No credenciamento da pós-graduação, a CAPES atribui conceito A. O documento registra a orientação do curso para a Medicina Social.

    Coordenação Maria Cecília Ferro Donnangelo
    Credenciamento CAPES · conceito A
  8. 08 / GESTÃO 1983

    Euclides Ayres de Castilho

    O epidemiologista assume a coordenação, dando continuidade ao desenvolvimento acadêmico do curso e de suas atividades de pesquisa.

    Coordenação Euclides Ayres de Castilho
    16/03/1983–05/11/1985
  9. 09 / GESTÃO 1985

    Luci Moreira da Silva

    A docente assume a coordenação do curso, em um período de mudanças no corpo acadêmico e de ampliação das pesquisas em saúde.

    Coordenação Luci Moreira da Silva
    06/11/1985–16/12/1986
  10. 10 / GESTÃO 1986

    Ricardo Lafetá Novaes

    A coordenação passa a Ricardo Lafetá Novaes, que conduz o Programa até agosto de 1990.

    Coordenação Ricardo Lafetá Novaes
    17/12/1986–14/08/1990
  11. 11 / AVALIAÇÃO 1988–89

    A CAPES sinaliza desafios

    Com conceito B1, a avaliação aponta dificuldades no fluxo de estudantes e na duração dos percursos de mestrado e doutorado.

    Coordenação Ricardo Lafetá Novaes
    Avaliação CAPES · conceito B1
  12. 12 / GESTÃO 1990

    Amélia Cohn assume a coordenação

    A socióloga Amélia Cohn conduz o curso durante a primeira metade dos anos 1990, quando se intensificam os debates sobre políticas, serviços e práticas de saúde.

    Coordenação Amélia Cohn
    15/08/1990–28/02/1995
  13. 13 / RECONHECIMENTO 1991

    Recredenciamento e ampliação temática

    A análise da CAPES recomenda o recredenciamento e identifica linhas sobre políticas públicas, trabalho, planejamento, epidemiologia e organização social das práticas de saúde.

    Coordenação Amélia Cohn
    Recredenciamento recomendado · 1991
  14. 14 / GESTÃO 1995

    Hillegonda Maria Dutilh Novaes

    Hillegonda assume a coordenação. No mesmo período, a Saúde Coletiva fortalece sua articulação nacional com a criação do Fórum de Coordenadores de Pós-Graduação.

    Coordenação Hillegonda Maria Dutilh Novaes
    01/03/1995–09/03/1999
  15. 15 / AVALIAÇÃO 1996–97

    Um momento de reformulação

    A nota 4 da CAPES vem acompanhada de recomendações para ampliar o ingresso, reduzir o tempo de titulação e incentivar a participação discente nas publicações.

    Coordenação Hillegonda Maria Dutilh Novaes
    Avaliação CAPES · nota 4
  16. 16 / GESTÃO 1999

    Lilia Blima Schraiber e José Ricardo Ayres

    Lilia assume a coordenação, com José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres na vice-coordenação. O Programa amplia seu lugar no debate da Saúde Coletiva.

    Coordenação Lilia Blima Schraiber
    Vice-coordenação José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres
    10/03/1999–20/03/2003 · vice até 12/03/2003
  17. 17 / TRANSFORMAÇÃO 2002

    Títulos em Ciências e acesso ampliado

    O título de Mestrado e Doutorado passa a ser em Ciências, e o Programa admite estudantes com diferentes formações universitárias.

    Coordenação Lilia Blima Schraiber
    Vice-coordenação José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres
    Mudança em 18 de março de 2002
  18. 18 / GESTÃO 2003

    Moisés Goldbaum e Heráclito Barbosa de Carvalho

    Moisés Goldbaum assume a coordenação. Heráclito Barbosa de Carvalho atua na vice-coordenação, em um ciclo de fortalecimento da formação e da produção científica.

    Coordenação Moisés Goldbaum
    Vice-coordenação Heráclito Barbosa de Carvalho
    Coord. 21/03/2003–11/05/2005
  19. 19 / GESTÃO 2005

    Lilia Schraiber retorna à coordenação

    Lilia Blima Schraiber volta à coordenação, mantendo Heráclito Barbosa de Carvalho na vice-coordenação até 2007.

    Coordenação Lilia Blima Schraiber
    Vice-coordenação Heráclito Barbosa de Carvalho
    Coord. 12/05/2005–30/09/2007
  20. 20 / GESTÃO E AVALIAÇÃO 2007–09

    Hillegonda Novaes e a nota 6

    Hillegonda retorna à coordenação, com Heráclito na vice. O ciclo CAPES 2007–2009 reconhece a qualidade das pesquisas, da formação e da inserção social com nota 6.

    Coordenação Hillegonda Maria Dutilh Novaes
    Vice-coordenação Heráclito Barbosa de Carvalho
    Gestão 01/10/2007–30/09/2011
  21. 21 / ORGANIZAÇÃO 2008

    Constituição da CCP

    A Comissão Coordenadora do Programa é constituída, formalizando uma instância fundamental de acompanhamento e gestão acadêmica.

    Coordenação Hillegonda Maria Dutilh Novaes
    Vice-coordenação Heráclito Barbosa de Carvalho
    10 de outubro de 2008
  22. 22 / EXCELÊNCIA 2010–12

    A primeira nota máxima

    A avaliação trienal atribui nota 7 ao Programa. A gestão passa de Hillegonda Maria Dutilh Novaes para Paulo Rossi Menezes em 1º de outubro de 2011.

    Coordenação até 30/09/2011 Hillegonda Maria Dutilh Novaes
    Vice-coordenação até 30/09/2011 Heráclito Barbosa de Carvalho
    Coordenação desde 01/10/2011 Paulo Rossi Menezes
    Vice-coordenação · 01/10/2011–31/03/2013 Maria Inês Baptistella Nemes
    Transição de gestão: 01/10/2011 · nota CAPES 7
  23. 23 / GESTÃO 2013–15

    Continuidade sob Paulo Rossi Menezes

    Paulo Rossi Menezes permanece na coordenação entre outubro de 2013 e março de 2015. O documento não identifica com segurança a vice-coordenação correspondente a esse intervalo.

    Coordenação · 01/10/2013–31/03/2015 Paulo Rossi Menezes
    Vice-coordenação Não identificada no documento
    01/10/2013–31/03/2015
  24. 24 / GESTÃO 2015–18

    Maria Inês Nemes e Ana Flávia d’Oliveira

    Maria Inês Baptistella Nemes assume a coordenação, com Ana Flávia Pires Lucas d’Oliveira na vice. A gestão atravessa a avaliação 2013–2016, na qual o Programa mantém a nota 7.

    Coordenação · 01/04/2015–31/03/2018 Maria Inês Baptistella Nemes
    Vice-coordenação · 01/04/2015–31/03/2018 Ana Flávia Pires Lucas d’Oliveira
    Gestão de 01/04/2015 a 31/03/2018
  25. 25 / GESTÃO 2018–22

    Márcia Couto e Patrícia de Soárez

    Márcia Thereza Couto Falcão coordena o Programa, com Patrícia Coelho de Soárez na vice. Na avaliação 2017–2020, o Programa mantém a nota 7.

    Coordenação Márcia Thereza Couto Falcão
    Vice-coordenação Patrícia Coelho de Soárez
    01/04/2018–31/03/2022
  26. 26 / GESTÃO 2022–24

    Patrícia de Soárez e Alicia Matijasevich

    Patrícia Coelho de Soárez assume a coordenação, com Alicia Matijasevich Manitto como vice-coordenadora.

    Coordenação Patrícia Coelho de Soárez
    Vice-coordenação Alicia Matijasevich Manitto
    01/04/2022–31/03/2024
  27. 27 / CINQUENTENÁRIO 2023

    Cinquenta anos de pós-graduação

    O Programa celebra a trajetória inaugurada em 1973. A documentação histórica reúne gestões, orientações, disciplinas, projetos de pesquisa e resultados de avaliações.

    Coordenação Patrícia Coelho de Soárez
    Vice-coordenação Alicia Matijasevich Manitto
    Comemoração · 1973–2023
1965
2023

Fonte documental: linha do tempo oficial dos 50 anos do PPGSC/FMUSP (1973–2023). Síntese editorial. Nota: o documento não identifica vice-coordenações anteriores a 1999 nem esclarece quem exerceu a função entre abril de 2013 e março de 2015. Um dos registros de 2015 contém um erro de data; o período de Ana Flávia d’Oliveira foi conferido com outro registro do próprio documento.

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Nossa missão

Formar pesquisadores, docentes e profissionais de excelência, capazes de produzir conhecimento científico relevante e contribuir para o enfrentamento dos desafios contemporâneos da Saúde Coletiva. Por meio de uma formação interdisciplinar, fundamentada na Epidemiologia, nas Ciências Sociais e Humanas em Saúde e na Política, Planejamento, Gestão e Avaliação em Saúde, o Programa busca promover a inovação científica, o pensamento crítico e a cooperação nacional e internacional, contribuindo para o fortalecimento da pesquisa, das políticas públicas e dos sistemas de saúde.

“Damos continuidade a uma trajetória construída ao longo de muitos anos, marcada pelo compromisso com a formação de pesquisadores e profissionais qualificados, pela produção científica de excelência e pela contribuição relevante para a saúde pública no Brasil.

Seguimos comprometidas com a manutenção da excelência acadêmica e com o contínuo aprimoramento do Programa, em consonância com os critérios de avaliação e as demandas da área. Contamos com a participação ativa de toda a comunidade para dar continuidade a esse trabalho.”

— Alicia Matijasevich Manitto (Coordenadora) e Maria Fernanda Tourinho Peres (Vice-coordenadora).

HISTÓRIA, DOCUMENTOS E INTERPRETAÇÕES
CADERNO DE LEITURAS · ACERVO HISTÓRICO

Textos para pensar
uma trajetória.

Seis leituras sobre a história da Medicina Preventiva, a institucionalização da Saúde Coletiva e a formação de pesquisadores no Brasil.

ARTIGOS E DOCUMENTOS · ACESSO À ÍNTEGRA
01 / ACERVO SELECIONADO 06 PUBLICAÇÕES
Descrição da fotografia
HISTÓRIA DA SAÚDE COLETIVA
ARTIGO · 2018

Desenvolvimentismo e preventivismo nas raízes da Saúde Coletiva: reformas do ensino e criação de escolas médicas e departamentos de medicina preventiva no estado de São Paulo (1948–1967)

Uma investigação histórica sobre as reformas do ensino médico e a expansão das escolas e dos departamentos de Medicina Preventiva no estado de São Paulo.

PPGSC / FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PUBLICAÇÕES EM PDF · ACERVO DOCUMENTAL