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01 / ORIGENS
1965
O Departamento de Medicina Preventiva
Em 9 de abril, a USP aprova a criação
do Departamento de Higiene e Medicina
Preventiva da FMUSP, antecedente
da pós-graduação.
9 de abril de 1965
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02 / CÁTEDRA
1967
Guilherme Rodrigues da Silva
Indicado por unanimidade para a cátedra
de Higiene e Medicina Preventiva,
Guilherme Rodrigues da Silva teria papel
central na concepção do futuro curso.
10–15 de abril de 1967
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03 / PROPOSTA
1971
A pós-graduação é concebida
A proposta do curso combina Epidemiologia
e Ciências Sociais aplicadas e prevê
Mestrado e Doutorado inicialmente
voltados à formação médica.
Proposição à USP · agosto de 1971
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04 / APROVAÇÃO
1972
O curso ganha existência institucional
A USP aprova o curso em junho.
Inicia-se a primeira gestão, sob
Guilherme Rodrigues da Silva, que
permaneceria na coordenação até
agosto de 1978.
Coordenação
Guilherme Rodrigues da Silva
12/06/1972–24/08/1978
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05 / PRIMEIRA TURMA
1973
O início das atividades acadêmicas
Em março, ingressa a primeira turma.
O Programa passa a formar pesquisadores
em Medicina Preventiva, em diálogo
com a Epidemiologia e as Ciências Sociais.
Coordenação
Guilherme Rodrigues da Silva
Início das aulas · março de 1973
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06 / GESTÃO
1978
Maria Cecília Ferro Donnangelo
A socióloga e pesquisadora assume
a coordenação, após integrar a
constituição intelectual das Ciências
Sociais aplicadas à saúde no Departamento.
Coordenação
Maria Cecília Ferro Donnangelo
25/08/1978–15/03/1983
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07 / AVALIAÇÃO
1981–82
Reconhecimento e formação em Medicina Social
No credenciamento da pós-graduação,
a CAPES atribui conceito A.
O documento registra a orientação
do curso para a Medicina Social.
Coordenação
Maria Cecília Ferro Donnangelo
Credenciamento CAPES · conceito A
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08 / GESTÃO
1983
Euclides Ayres de Castilho
O epidemiologista assume a coordenação,
dando continuidade ao desenvolvimento
acadêmico do curso e de suas
atividades de pesquisa.
Coordenação
Euclides Ayres de Castilho
16/03/1983–05/11/1985
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09 / GESTÃO
1985
Luci Moreira da Silva
A docente assume a coordenação do curso,
em um período de mudanças no corpo
acadêmico e de ampliação das
pesquisas em saúde.
Coordenação
Luci Moreira da Silva
06/11/1985–16/12/1986
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10 / GESTÃO
1986
Ricardo Lafetá Novaes
A coordenação passa a Ricardo Lafetá
Novaes, que conduz o Programa
até agosto de 1990.
Coordenação
Ricardo Lafetá Novaes
17/12/1986–14/08/1990
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11 / AVALIAÇÃO
1988–89
A CAPES sinaliza desafios
Com conceito B1, a avaliação aponta
dificuldades no fluxo de estudantes
e na duração dos percursos de
mestrado e doutorado.
Coordenação
Ricardo Lafetá Novaes
Avaliação CAPES · conceito B1
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12 / GESTÃO
1990
Amélia Cohn assume a coordenação
A socióloga Amélia Cohn conduz o curso
durante a primeira metade dos anos 1990,
quando se intensificam os debates
sobre políticas, serviços e práticas de saúde.
15/08/1990–28/02/1995
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13 / RECONHECIMENTO
1991
Recredenciamento e ampliação temática
A análise da CAPES recomenda o
recredenciamento e identifica linhas
sobre políticas públicas, trabalho,
planejamento, epidemiologia e organização
social das práticas de saúde.
Recredenciamento recomendado · 1991
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14 / GESTÃO
1995
Hillegonda Maria Dutilh Novaes
Hillegonda assume a coordenação.
No mesmo período, a Saúde Coletiva
fortalece sua articulação nacional
com a criação do Fórum de
Coordenadores de Pós-Graduação.
Coordenação
Hillegonda Maria Dutilh Novaes
01/03/1995–09/03/1999
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15 / AVALIAÇÃO
1996–97
Um momento de reformulação
A nota 4 da CAPES vem acompanhada
de recomendações para ampliar o ingresso,
reduzir o tempo de titulação e
incentivar a participação discente
nas publicações.
Coordenação
Hillegonda Maria Dutilh Novaes
Avaliação CAPES · nota 4
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16 / GESTÃO
1999
Lilia Blima Schraiber e José Ricardo Ayres
Lilia assume a coordenação, com
José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres
na vice-coordenação. O Programa amplia
seu lugar no debate da Saúde Coletiva.
Coordenação
Lilia Blima Schraiber
Vice-coordenação
José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres
10/03/1999–20/03/2003 · vice até 12/03/2003
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17 / TRANSFORMAÇÃO
2002
Títulos em Ciências e acesso ampliado
O título de Mestrado e Doutorado
passa a ser em Ciências, e o Programa
admite estudantes com diferentes
formações universitárias.
Coordenação
Lilia Blima Schraiber
Vice-coordenação
José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres
Mudança em 18 de março de 2002
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18 / GESTÃO
2003
Moisés Goldbaum e Heráclito Barbosa de Carvalho
Moisés Goldbaum assume a coordenação.
Heráclito Barbosa de Carvalho atua na
vice-coordenação, em um ciclo de
fortalecimento da formação e
da produção científica.
Coordenação
Moisés Goldbaum
Vice-coordenação
Heráclito Barbosa de Carvalho
Coord. 21/03/2003–11/05/2005
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19 / GESTÃO
2005
Lilia Schraiber retorna à coordenação
Lilia Blima Schraiber volta à
coordenação, mantendo Heráclito Barbosa
de Carvalho na vice-coordenação
até 2007.
Coordenação
Lilia Blima Schraiber
Vice-coordenação
Heráclito Barbosa de Carvalho
Coord. 12/05/2005–30/09/2007
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20 / GESTÃO E AVALIAÇÃO
2007–09
Hillegonda Novaes e a nota 6
Hillegonda retorna à coordenação,
com Heráclito na vice. O ciclo CAPES
2007–2009 reconhece a qualidade das
pesquisas, da formação e da inserção
social com nota 6.
Coordenação
Hillegonda Maria Dutilh Novaes
Vice-coordenação
Heráclito Barbosa de Carvalho
Gestão 01/10/2007–30/09/2011
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21 / ORGANIZAÇÃO
2008
Constituição da CCP
A Comissão Coordenadora do Programa
é constituída, formalizando uma instância
fundamental de acompanhamento
e gestão acadêmica.
Coordenação
Hillegonda Maria Dutilh Novaes
Vice-coordenação
Heráclito Barbosa de Carvalho
10 de outubro de 2008
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22 / EXCELÊNCIA
2010–12
A primeira nota máxima
A avaliação trienal atribui nota 7
ao Programa. A gestão passa de Hillegonda
Maria Dutilh Novaes para Paulo Rossi Menezes
em 1º de outubro de 2011.
Coordenação até 30/09/2011
Hillegonda Maria Dutilh Novaes
Vice-coordenação até 30/09/2011
Heráclito Barbosa de Carvalho
Coordenação desde 01/10/2011
Paulo Rossi Menezes
Vice-coordenação · 01/10/2011–31/03/2013
Maria Inês Baptistella Nemes
Transição de gestão: 01/10/2011 · nota CAPES 7
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23 / GESTÃO
2013–15
Continuidade sob Paulo Rossi Menezes
Paulo Rossi Menezes permanece na coordenação
entre outubro de 2013 e março de 2015.
O documento não identifica com segurança
a vice-coordenação correspondente
a esse intervalo.
Coordenação · 01/10/2013–31/03/2015
Paulo Rossi Menezes
Vice-coordenação
Não identificada no documento
01/10/2013–31/03/2015
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24 / GESTÃO
2015–18
Maria Inês Nemes e Ana Flávia d’Oliveira
Maria Inês Baptistella Nemes assume
a coordenação, com Ana Flávia Pires
Lucas d’Oliveira na vice.
A gestão atravessa a avaliação 2013–2016,
na qual o Programa mantém a nota 7.
Coordenação · 01/04/2015–31/03/2018
Maria Inês Baptistella Nemes
Vice-coordenação · 01/04/2015–31/03/2018
Ana Flávia Pires Lucas d’Oliveira
Gestão de 01/04/2015 a 31/03/2018
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25 / GESTÃO
2018–22
Márcia Couto e Patrícia de Soárez
Márcia Thereza Couto Falcão coordena
o Programa, com Patrícia Coelho de
Soárez na vice. Na avaliação 2017–2020,
o Programa mantém a nota 7.
Coordenação
Márcia Thereza Couto Falcão
Vice-coordenação
Patrícia Coelho de Soárez
01/04/2018–31/03/2022
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26 / GESTÃO
2022–24
Patrícia de Soárez e Alicia Matijasevich
Patrícia Coelho de Soárez assume
a coordenação, com Alicia Matijasevich
Manitto como vice-coordenadora.
Coordenação
Patrícia Coelho de Soárez
Vice-coordenação
Alicia Matijasevich Manitto
01/04/2022–31/03/2024
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27 / CINQUENTENÁRIO
2023
Cinquenta anos de pós-graduação
O Programa celebra a trajetória
inaugurada em 1973. A documentação
histórica reúne gestões, orientações,
disciplinas, projetos de pesquisa
e resultados de avaliações.
Coordenação
Patrícia Coelho de Soárez
Vice-coordenação
Alicia Matijasevich Manitto
Comemoração · 1973–2023